A Reforma da Contra – Reforma
Evangélicos crescem no mundo inteiro através do
movimento neopentecostal, da pregação da prosperidade e da chamada Teologia da
Libertação. A Instituição Romana, em contrapartida, lança suas estratégias
inaugurando uma nova Contra – Reforma
Inegavelmente uma nova reforma está acontecendo no cristianismo. Seus primórdios estão no avivamento provocado por John Wesley, na Inglaterra, a partir de 1738. Segue-se o movimento pentecostal do final do século XIX, nos Estados Unidos, que gerou o pentecostalismo (palavra que vem de pentecoste - É o qüinquagésimo dia depois do segundo dia da Páscoa – 16 de nisã. Os judeus chamam a esta solene festividade a festa das Semanas, visto que se observava sete semanas depois da Páscoa. Ofereciam-se então como primícias os frutos das searas, sete cordeiros daquele ano, uma vitela, e dois carneiros para holocausto - dois cordeiros para um sacrifício pacífico - e uma cabra para sacrifício de propiciação – Êx 34.22 - Lv 23.15,16 - Nm 28.26 e seg. Dt 16.9,10. A festa foi instituída com o fim de obrigar os israelitas a dirigirem-se ao tabernáculo, ou ao templo. Êx 34.22 Agora o pentecostalismo – Movimento surgido nos EUA que acredita na manifestação atual dos “dons” do Espírito Santo), e o atual neopentecostalismo, fruto de constantes reavivamentos, particularmente na América Latina, a partir dos anos 60.
Uma nova maneira de ser cristão e pentecostal, no final do século XX, quando a chamada pós – modernidade dita as regras de conduta das pessoas e sociedade, tem entrado nas igrejas evangélicas, independente da sua tradição, e se espalha por todo o mundo.
Esse movimento tem revelado novos líderes, descomprometidos com as denominações tradicionais, os quais organizam trabalhos autônomos, falam uma linguagem popular e se dirigem às necessidades básicas do povo, produzindo igrejas como a Universal do Reino de Deus.
Fundada pelo bispo Macedo numa pequena loja no subúrbio carioca da Abolição, onde funcionava uma agência funerária, a Igreja Universal se identifica com as necessidades do povo, alimentando os famintos, abrigando os desprotegidos, consolando os aflitos, curando os enfermos, orando pela prosperidade e o bem – estar do indivíduo, restabelecendo os laços familiares e devolvendo o ser humano ao seu padrão de dignidade e de honradez.
O seu trabalho é diário e os pastores estão à disposição do povo; além disso, os cultos são alegres, o louvor é permanente e a Palavra de Deus flui de modo claro e poderoso, libertando milhares de pessoas do domínio do Mal.
Na época da informática e da mídia eletrônica, as igrejas não deixam a desejar: usando todos os meios de comunicação – emissoras de televisão e de rádio, jornais, revistas, gravadoras e portais na internet – chegam a competir com cartéis desses ramos.
A nova Reforma tem alcançado prioritariamente as classes menos favorecidas e os marginalizados – prostitutas, criminosos e homossexuais – além dos doentes, dos insatisfeitos com suas seitas ou religiões e pessoas com suas vidas destruídas, mas já atinge consideravelmente as classes média e alta.
Outra característica dessa nova Reforma é a autonomia. Cada denominação provê material para suprir as suas necessidades, a fim de se desenvolver e crescer em número de templos, centralizando a sua administração.
Inspirados no exemplo de seus líderes, mais e mais pastores surgem com o desejo de também serem expoentes nos seus ministérios. Com a evangelização simultânea de massa, através dos meios de comunicação modernos e informatizados, essas igrejas recebem, por isso, o apelido de “igrejas eletrônicas”, dentre as quais podem ser citadas Igreja de Nova Vida, Comunidade Evangélica, Projeto Vida Nova, Fonte da Vida, Sara Nossa Terra, Igreja Universal do Reino de Deus e outras.
A nova Reforma está preocupando as diversas religiões existentes, principalmente a Igreja Romana, que tem perdido seus fiéis por não mostrar um Deus amoroso e atencioso, mas crucificado e sofrido. Daí a grande evasão dos fiéis para as igrejas neopentecostais, onde o Senhor Jesus é apresentando como sendo vencedor, com poder pra resolver os mais diversos problemas, inclusive os ditos insolúveis e as doenças ditas incuráveis.
Lamentavelmente alguns irmãos tradicionais tem se unido com líderes de outras religiões, em atos ecumênicos, com o propósito de frear esse levante espiritual no Brasil e no mundo, contribuindo com os interesses dos grandes empresários, dos que detêm o poder mundial, os quais se sentem ameaçados e prejudicados com a queda do consumo de seus produtos, geralmente prejudiciais à saúde.
Contra – Reforma Católica
Das fogueiras, tribunal da Santa Inquisição e torturas pode-se dizer que é uma fase superada. Embora o propósito seja o mesmo, atualmente os meios são diferentes e mais eficazes.
Procurando rever seus conceitos e mudar sua forma de atuação junto à sociedade, a fim de reaver os “filhos pródigos”, a Igreja Romana realizou uma conferência onde questões ecumênicas, grupos ecológicos e métodos para combater às evangelizações dos protestantes foram discutidos e estudados minuciosamente.
A direção dela, há muito tempo se preocupa apenas em realizar seus sermões, confiando na sua tradição e status internacional, perdendo com isso muitos fiéis, pois o distanciamento da sociedade, que está sempre se modificando, deixou-a indiferente e fria em relação aos problemas das pessoas. Tal distância originou lacunas, hoje ocupadas pelas igrejas neopentecostais.
Sua assembléia estabeleceu que deverá ser feito, através do diágolo ecumênico, no ensino religioso nas escolas, nas portarias sociais, na luta pelos direitos humanos em movimentos sociais e ecológicos, a aproximação com a sociedade.
Depois de analisar todo o ritual evangélico, tanto das igrejas chamadas históricas quanto das neopentecostais, a Igreja Romana propôs a intensificação do culto a “mãe” do Senhor - mesmo sendo antibíblico, pois a massa popular se identifica com ela, principalmente na maternidade e no sofrimento, considerado-a mediadora entre Deus e os homens – e a valorização da pessoa e sua experiência religiosa, cuidando da formação espiritual, para suscitar um novo ardor missionário tanto no meio de suas autoridades quanto nos leigos, afim de superar o ativismo pastoral dos evangélicos.
Dentro do contesto das igrejas neopentecostais foi solicitado mas atenção para com elas. Está decidido que a palavra ‘seita’, de sentido depreciativo, será evitada nos textos romanos quando da classificação dessas igrejas. A intenção é atraí-las para o ecumenismo.
Todas essas decisões revelam o medo da instituição romana diante dos grandes empreendimentos na evangelização mundial. Existe uma guerra, e é estratégica; por isso a influência na política e nos meios de comunicações é fundamental.
Ecumenismo: estratégia de combate
Procurando rever seus conceitos e mudar sua forma de atuação junto à sociedade, a fim de reaver os “filhos pródigos”, a Igreja Romana realizou uma conferência onde questões ecumênicas, grupos ecológicos e métodos para combater às evangelizações dos protestantes foram discutidos e estudados minuciosamente.
A direção dela, há muito tempo se preocupa apenas em realizar seus sermões, confiando na sua tradição e status internacional, perdendo com isso muitos fiéis, pois o distanciamento da sociedade, que está sempre se modificando, deixou-a indiferente e fria em relação aos problemas das pessoas. Tal distância originou lacunas, hoje ocupadas pelas igrejas neopentecostais.
Sua assembléia estabeleceu que deverá ser feito, através do diágolo ecumênico, no ensino religioso nas escolas, nas portarias sociais, na luta pelos direitos humanos em movimentos sociais e ecológicos, a aproximação com a sociedade.
Depois de analisar todo o ritual evangélico, tanto das igrejas chamadas históricas quanto das neopentecostais, a Igreja Romana propôs a intensificação do culto a “mãe” do Senhor - mesmo sendo antibíblico, pois a massa popular se identifica com ela, principalmente na maternidade e no sofrimento, considerado-a mediadora entre Deus e os homens – e a valorização da pessoa e sua experiência religiosa, cuidando da formação espiritual, para suscitar um novo ardor missionário tanto no meio de suas autoridades quanto nos leigos, afim de superar o ativismo pastoral dos evangélicos.
Dentro do contesto das igrejas neopentecostais foi solicitado mas atenção para com elas. Está decidido que a palavra ‘seita’, de sentido depreciativo, será evitada nos textos romanos quando da classificação dessas igrejas. A intenção é atraí-las para o ecumenismo.
Todas essas decisões revelam o medo da instituição romana diante dos grandes empreendimentos na evangelização mundial. Existe uma guerra, e é estratégica; por isso a influência na política e nos meios de comunicações é fundamental.
Ecumenismo: estratégia de combate
Seguindo o dito popular ‘se não pode com eles, então junte-se a eles’, a multi nacional de Roma numa tentativa desesperadora de atrair os fieis, joga baldes de ‘água benta’ no povo e transforma suas liturgias em verdadeiros shows, sem falar no êxtase e na cartase coletiva.
Carismáticos, com uma linguagem popular, e reverente, de cachimbo ou prancha de surfe, jovens tem sido altamente treinados para lidar com a mídia e fazer o jogo supostamente para doxal da multinacional: conservador X moderno, tradicional X renovado. A estratégia tem gerado um bom espaço nos jornais, aumentado a sua divulgação.
Infelizmente muitos evangélicos têm acreditado na força, pensado haver uma purificação da instituição, o que redundaria numa conversão, o que não é verdade. Tudo não passa de plano para confundir o povo e atrair os ‘irmãos separados’, conforme são chamados os protestantes, para a armadilha do ecumenismo.
“Movimento Ecumênico” é a expressão genérica usada em referência ao conjunto de tendência e movimentos com a finalidade de reunir, sob as mais diversas formas, os vários ramos do cristianismo. Desde a separação entre as igrejas do Oriente e do Ocidente (Grande Cisma de 1054) até a reforma protestante, no século XVI, houve várias tentativas de reconciliação, sem resultados positivos, principalmente porque a motivação tinha significado político-religioso, devido à expansão do islamismo.
O século XIX se tornou expressivo para o movimento ecumênico devido à expansão do liberalismo na Teologia e à intensificação do trabalho missionário, principalmente nas universidades. Surgiram diversas organizações de cooperação entre os cristãos que, apesar da facilidade denominacional, reforçaram o ecumenismo.
Outras conferenciam e concílios também impulsionaram o espírito ecumênico em todo o mundo protestante. ”Cristos” de todos os lados clamam por apoio à sua “missão divina”; líderes das mais diversas tendências também se uniram para levar a mensagem comum: “Todos os caminhos levam a DEUS”.
Evangélicos, espíritas, católicos e outros procuram falar a mesma língua, com o intuito de neutralizar aqueles que não aceitaram tal versão do mundo religioso. Assim, a “Babilônia” terá conseguido atingir o seu objetivo: preparar o caminho para a besta que emerge da terra, descrita no livro do apocalipse, no capitulo13, o falso profeta, líder dessa” nova era religiosa”.
Atalaias
Carismáticos, com uma linguagem popular, e reverente, de cachimbo ou prancha de surfe, jovens tem sido altamente treinados para lidar com a mídia e fazer o jogo supostamente para doxal da multinacional: conservador X moderno, tradicional X renovado. A estratégia tem gerado um bom espaço nos jornais, aumentado a sua divulgação.
Infelizmente muitos evangélicos têm acreditado na força, pensado haver uma purificação da instituição, o que redundaria numa conversão, o que não é verdade. Tudo não passa de plano para confundir o povo e atrair os ‘irmãos separados’, conforme são chamados os protestantes, para a armadilha do ecumenismo.
“Movimento Ecumênico” é a expressão genérica usada em referência ao conjunto de tendência e movimentos com a finalidade de reunir, sob as mais diversas formas, os vários ramos do cristianismo. Desde a separação entre as igrejas do Oriente e do Ocidente (Grande Cisma de 1054) até a reforma protestante, no século XVI, houve várias tentativas de reconciliação, sem resultados positivos, principalmente porque a motivação tinha significado político-religioso, devido à expansão do islamismo.
O século XIX se tornou expressivo para o movimento ecumênico devido à expansão do liberalismo na Teologia e à intensificação do trabalho missionário, principalmente nas universidades. Surgiram diversas organizações de cooperação entre os cristãos que, apesar da facilidade denominacional, reforçaram o ecumenismo.
Outras conferenciam e concílios também impulsionaram o espírito ecumênico em todo o mundo protestante. ”Cristos” de todos os lados clamam por apoio à sua “missão divina”; líderes das mais diversas tendências também se uniram para levar a mensagem comum: “Todos os caminhos levam a DEUS”.
Evangélicos, espíritas, católicos e outros procuram falar a mesma língua, com o intuito de neutralizar aqueles que não aceitaram tal versão do mundo religioso. Assim, a “Babilônia” terá conseguido atingir o seu objetivo: preparar o caminho para a besta que emerge da terra, descrita no livro do apocalipse, no capitulo13, o falso profeta, líder dessa” nova era religiosa”.
Atalaias
Assim como Lutero deu o “pontapé inicial” e Calvino o desenvolvimento à reforma protestante, o Espírito Santo tem levantado pessoas fervorosas intrépidas e corajosas, com a missão de tocar a trombeta e despertar a cidade - os atalaias.
A igreja Universal do Reino de Deus, junto das demais veio alçar a voz nessa “selva de pedra”, que são as cidades de hoje, contra as estratégias da multinacional de Roma, principalmente o ecumenismo, e cumprir com grande missão: ide por todo o mundo e pregai o evangelio a toda criatura “(Marcos 16.13)”.
Analistas mal-intencionados ou desinformados fazem afirmações sem fundamentos, preconceituosas e maldosas quanto a IURD, com o intuito de desmerecer um fenômeno mundial e que tem tudo a ver com a ação da verdadeira Igreja do Senhor Jesus Cristo, à luz da Palavra de Deus.
A igreja Universal do Reino de Deus, junto das demais veio alçar a voz nessa “selva de pedra”, que são as cidades de hoje, contra as estratégias da multinacional de Roma, principalmente o ecumenismo, e cumprir com grande missão: ide por todo o mundo e pregai o evangelio a toda criatura “(Marcos 16.13)”.
Analistas mal-intencionados ou desinformados fazem afirmações sem fundamentos, preconceituosas e maldosas quanto a IURD, com o intuito de desmerecer um fenômeno mundial e que tem tudo a ver com a ação da verdadeira Igreja do Senhor Jesus Cristo, à luz da Palavra de Deus.